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O que dizer...


… Quando você coleciona respostas como estas de autores:

— Eu AMEI a forma com a qual vocês receberam, entenderam e moldaram esse texto que é um pedaço precioso demais da minha vida! Estou aos prantos! (sobre escrever um texto).

— Foi libertador. (sobre escrever um texto para a mãe numa de suas nossas coletâneas).

— Viver disso é uma bênção. Agradeça aos astros ao universo de colocar nas suas mãos esta missão. (sobre a atividade de editar e dar voz a quem a estava calando dentro si).

— Sei que ela está feliz, mas te confesso que estou também muito feliz por essa oportunidade que ela está tendo. (sobre a filha jovem estar participando de sua primeira experiência com livros).

— (...) Nunca escrevi algo que fosse ser publicado. No máximo redação na escola, no Enem e nos vestibulares da vida! Estou adorando esse processo, pois está me mostrando novos jeitos de combinar melhor as palavras e ver o texto de outra forma. Gratidão por isso! (sobre escrever pela primeira vez para uma coletânea).

Recebemos muitas outras expressões de felicidade, que estamos colecionando em nossos corações e mentes e contribuem para continuarmos nesta toada: a de extrair muita emoção e contentamento dos autores. Gente que nunca escreveu, que nunca publicou ou que já fez sim, mas que uma vez mais está pleno por ter alcançado este lugar tão especial: as páginas de um livro.

A nós só resta dizer: “Vamos continuar no ofício de olhar para o texto como uma obra de arte, que mesmo que necessite de algumas novas pinceladas, elas serão dadas numa somatória de respeito com o autor e de fidelidade às nossas bíblias sagradas (manuais de redação e gramáticas)”.


Colaboração: Silvia Prevideli

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